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sociedade

Uma sociedade de robôs

Em uma sociedade cada vez mais “virtualizada”, onde o individualismo sobrepõe o coletivo, onde não nos importamos com o próximo ou às vezes nem percebemos que o nosso semelhante está perto, pois estamos tão distraídos e imersos em nosso mundinho que passamos por várias pessoas em nosso dia a dia e nem percebemos a existência das mesmas.

Dizer que estamos vivendo em uma sociedade de robôs não é um exagero, olhando atentamente a nossa rotina podemos constatar isso, é só parar um pouquinho e observar algumas situações, por exemplo: Quantas vezes você pagou o estacionamento e nem olhou para a pessoa que lhe atendeu? E quando você anda na rua, você presta a atenção nas pessoas que passam por você?

 

Provavelmente você deve ter respondido assim:

  1. Que muitas vezes não prestou atenção em quem te atendeu no estacionamento;
  2. Pela correria do dia a dia você não presta a atenção nas pessoas quando anda na rua. Acertei? Muito provavelmente eu acertei a sua resposta, porém não se preocupe a maioria das pessoas dariam as mesmas respostas.

A nossa sociedade mudou

O fato é que estamos cada vez mais imersos em nosso mundinho e no nosso universo virtual que estamos deixando de viver o real e vivendo apenas situações virtuais. Estamos deixando as nossas emoções de lado e nos tornando frios, seres sem emoções e condicionados a executar tarefas automaticamente. Sem percebemos estamos dia após dia nos tornando robôs.

Outra situação que pode confirmar tal fato é: Quantas vezes deixamos de ajudar as pessoas que amamos pela correria do dia a dia, muitas vezes mesmo sabendo que um amigo está passando por dificuldades ao invés de ir ajudá-lo pessoalmente nos limitamos a enviar uma mensagem de conforto através das redes sociais, ou até pior decidimos ficar parados, não fazemos nada, sabemos que um amigo está passando por dificuldades, mas não o ajudamos, deixamos ele sozinho resolver a situação, já que é muito mais fácil nos relacionarmos com as pessoas em seus momentos de felicidade do que na dificuldade. Entretanto, não devemos tomar tal atitude, nós como seres humanos que temos um coração e emoções que nos movem devemos agir e tomar um papel ativo na vida de nossos familiares e amigos.

Devemos ter em mente que não somos robôs, temos emoções e essas emoções que nos diferem das máquinas. O mundo virtual veio para facilitar a nossa rotina, mas jamais para substituir os vínculos e as emoções que as relações humanas nos proporcionam. Não seja um robô, exponha as suas emoções, já que são elas que nos tornam seres singulares nessa grande escola chamada VIDA. #FicaDica

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