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trabalhar criança

Trabalhar: qual a idade para começar?

Afinal: qual é a idade certa para começar a trabalhar?

Esse assunto me veio assim que ouvi o segundo GVcast, cujo entrevistado foi Natan Gorin, um garoto carioca de 14 anos que já é empreendedor e não tem interesse em seguir a “carreira normal” esperada por todos os tradicionalistas. (Terminar o colégio, cursar uma faculdade, para só então trabalhar). Aproveito para deixar aqui a recomendação: escute o podcast do Geração de Valor!

 

Para se adaptar às constantes mudanças, as empresas estão tendo uma tolerância maior com os candidatos que não possuem uma formação acadêmica tradicional. Entenda como os chamados ‘Millennials‘ influenciaram nessa decisão.

Trabalhar: resultado para o jovem ou para os pais?

Já que estamos falando em Comunicação, vamos nos manter neste campo. Praticamente toda semana vemos notícias de crianças ~prodígio~, que com a sua pouca idade já desenvolveram um aplicativo, tem uma ideia de sucesso ou começaram com uma brincadeira e se tornaram empreendedores. Inclusive, existem instituições que se dedicam a ensinar linguagens e noções de programação para crianças, como é o caso da Code For Kids e do Hour of Code.

Trabalhar com códigos

É o caso do Natan, que começou a pesquisar sobre códigos quanto tinha apenas 10 anos de idade, e aos 14 anos já lançou 3 aplicativos na App Store.

Empreendedorismo é estilo de vida. É uma opção de vida. Não existe idade para você empreender! (Flávio Augusto, Geração de Valor).

Durante a entrevista, Natan confessa que não presta atenção nas aulas do colégio. Vai ao colégio diariamente, mas utiliza o tempo para trabalhar, se dedicar ao seu negócio e responder e-mails, e que estuda a matéria no dia anterior, pela internet (“gratuitamente, mais rápido, e o conteúdo direto ao ponto”, diz). O que esta afirmação diz sobre o sistema de ensino brasileiro?

Já no mundo artístico, … Bem, vou deixar isso para o Ministério Público cuidar. Ah! Fiquem com um video da Parafernalha.

Este post poderia ter sido muito mais longo e aprofundado, mas para que não ficasse entediante para vocês, leitores, decidi deixar bem resumido (mais baseado no podcast), e com uma possibilidade de abordar mos esse tema novamente em outra publicação. 😉

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Fernanda Landim

Formada em Publicidade e Propaganda, nerd e apaixonada pelo Canadá. Durante algum tempo estive perdida sobre que área da Publicidade deveria focar. Decidi explorar um pouco de cada.