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tendencias digital

Tendências Digitais para 2016 (parte 1)

Já que esse post vai ficar longo – pois contém várias informações do documento criado pela E.life sobre as tendências digitais e tecnologias -, dividi em dois. São 12 tópicos: 6 em cada post.

1- MONITORAMENTO DE REDES SOCIAIS 2.0

Facebook Topic Data: Em maio de 2015 o Facebook cancelou o acesso a API de monitoramento dos murais públicos. Apesar da API nunca ter funcionado corretamente, muitos profissionais de BI se sentiram órfãos por perderem os dados desta importante rede social. O Facebook Topic Data promete trazer um volume 6 vezes maior de dados do que o monitoramento de outras redes sociais (como Twitter, Tumblr, blogs e fóruns).

Twitter novas APIs: Também dado como morto muitas vezes, o Twitter ainda é uma das principais redes sociais, com seus mais de 500 milhões de tweets por dia. Em 2015 o Twitter lançou via API paga o acesso a histórico de tweets desde 2006.

2- O FIM DA PROPAGANDA COMO A CONHECEMOS

As redes sociais priorizam conversas e compartilhamento de memes (que tenham relevância) em tempo real, o que exige uma comunicação de marca mais dinâmica. Por outro lado, bloqueadores de anúncios e a possibilidade de anunciantes obterem mais alcance segmentado gera comparações dos resultados do digital com a mídia tradicional.

Os publicitários, porém, sabem contar boas histórias, mas terão que se adaptar a um mundo onde as melhores histórias não são as que ganham prêmio, mas aquelas que geram melhor performance em dados. Veremos a criação de campanhas com histórias/situações alinhadas com o momento, desenvolvidas em tempo real e conectadas com a necessidade/interesse do consumidor.

3- E-MAIL 2.0

Mais um da lista de “dado como morto”, porém que ganha nova importância com o crescimento da adoção das redes sociais e dos dispositivos móveis. O Social Login, utilizado amplamente por todas as redes sociais para facilitar o sign up em aplicativos móveis, permite coletar além de likes e preferências do consumidor, o e-mail. As novas informações coletadas permitem um renascimento do e-mail, que pode se tornar muito personalizado e ser utilizado não apenas no relacionamento com o consumidor, mas mesmo em anúncios. O próprio Google se rendeu à novidade ao permitir que a customização de ads seja feita também com o uso de um mailing list anonimizado de consumidores.

4- BEING REAL

Já reparou como os feeds de Facebook e Instagram das marcas se tornaram “irreais”, com conteúdo hiperbolizado, sensacionalista e fotos com excesso de filtros? As pessoas começam a ficar cansadas de tanta produção e dão preferência a conteúdos reais, sem filtros e sem máscaras, dando prioridade a aplicativos como o Snapchat e o Periscope. O real content é a aposta em social media de 2016.

via GIPHY

Reforçando esta teoria estão os dados estatísticos do Snapchat: mais de 100 milhões de usuários diários, segundo números de 2015, transforma esta numa poderosa ferramenta de marketing para muitas marcas.

Snapchat não é mais apenas uma plataforma para experimentar campanhas de marketing de diversão, mas um lugar para onde os consumidores estão migrando para terem conteúdo em tempo real.

5- A VIDA EM TEMPO REAL

Os contínuos avanços tecnológicos mudam constantemente a forma como nos comunicamos e os vídeos estão ganhando espaço de tal forma que já se estima que, em 2019, 80% do tempo passado online será para ver vídeos. Em 2015, aplicativos como o Meerkat e o Periscope, e a nova funcionalidade Facebook Mentions, levaram eventos e momentos em tempo real a milhões de pessoas. Em 2016 as campanhas em real time irão ganhar cada vez mais importância na comunicação das marcas.

Experimente utilizar o streaming ao vivo para lançamentos de novos produtos, uma sessão de esclarecimento (Q&A), um Takeover Celebrity, a promoção da cultura da empresa ou um olhar por trás da câmera.

6- PREOCUPAÇÃO COM A PRIVACIDADE

O Marco Civil da Internet do Brasil, por exemplo, dá mais proteção aos dados do consumidor. Os provedores de acesso e serviços a Internet não poderão compartilhar dados de usuários ao menos que recebam uma ordem judicial.

Uma coisa é certa: mesmo com os serviços digitais armazenando cada vez mais dados dos consumidores, a privacidade é algo que ganha vez mais corações e mentes, mesmo na América Latina.

Continuaremos com mais 6 tópicos em outra publicação.

Fonte:

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Fernanda Landim

Formada em Publicidade e Propaganda, nerd e apaixonada pelo Canadá. Durante algum tempo estive perdida sobre que área da Publicidade deveria focar. Decidi explorar um pouco de cada.

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