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Star Wars: Quando uma marca perde o controle da força

Hoje é  Star Wars Day, a comemoração  se dá no dia 4 de Maio para fazer um trocadilho com a data que em inglês fica May 4th (May the Fourth) e lembra a famosa frase “May the Force be with You” (Que a Força esteja com você). Vamos aproveitar o dia mundial de Star Wars  para analisarmos a franquia e podermos ter alguma noção do quão longe uma marca pode chegar.

Quando surgiu Star Wars?

Há quase 40 anos atrás um nerd diretor de cinema chamado George Lucas resolveu aos trancos e barrancos levar aos cinemas a fantasia espacial que ele mesmo tinha criado.  Assim nasceu uma das maiores franquias da cultura pop de todos os tempos, uma marca que sobreviveu ao passar dos anos e que a cada geração abocanha ainda mais fieis.

Com o passar dos tempo o sonho do nerd virou a sua maior fonte de renda, se diluindo em HQs, mais filmes, livros, games, RPGs, penicos, e afins. Assim o universo antes relegado apenas ao cinema criou vida nas mais variadas mídias e plataformas. E o que poderia ser o começo do paraíso se mostrou um purgatório, a franquia se tornou maior do que ela mesma e seu criador.

Não há fã que disponha de capital ou força de vontade que tenha ou conheça tudo que foi lançado sobre Star Wars, a marca ganhou vida própria se alimentando da necessidade de novos fãs e do dinheiro deles. Alguns anos se passaram e veio uma nova trilogia de filmes, novos fãs e o desprezo por parte dos antigos. Afinal, aquilo que tinham esperado tanto não foi bem feito pelas próprias mãos de seu criador, George Lucas.

A obra se tornou maior que o seu criador, fato que até hoje causa uma ciumeira tremenda por parte de Lucas que querendo ou não, nunca conseguiu criar algo novo ou que estivesse a altura da série ou que não fosse comparada a ela. Isso com certeza foi um dos fatores que o levou a vender sua franquia estelar para a Disney.

O estúdio do rato sabe do tamanho do que tem em mãos, a série apesar do desgaste, ainda reluz a ouro. A Disney quer aproveitar isso ao seu favor e claro recuperar os mais de 4bilhões que gastou para ter o sabre de luz em seu poder. Agora ela quer que tudo a partir de agora, seja uma extensão que seja possível acompanhar por qualquer fã, seja ele o tiozão das antigas ou os novos que serão criados com os novos filmes.

Tá, mas e aí? O que você quer dizer com tudo isso? Simples, crescer é bom, mas crescer sem objetivo ou controle pode ser o prenúncio do fim. Apesar de dizer tudo isso não estou aqui pra criticar Star Wars, afinal também sou fã da saga e considero o universo um dos mais ricos já criados. Só usei a franquia para exemplificar a necessidade de uma marca ou empresa crescer sempre com um objetivo definido.

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Mas chega de falar e vamos aproveitar esse épico 4 de maio para ver as novas imagens divulgadas na  capa e no recheio da revista Vanity Fair  sobre o novo “Star Wars: O Despertar da Força”. E caso não tenha visto (o que deve ser impossível) aproveite o trailer também!

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