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A personalização das marcas

Estamos vivendo mergulhados na era digital. Cada vez mais nossa presença se torna on-line; os contatos passaram a ser via e-mail, whatsapp e uma ligação telefônica passou a ser artigo de luxo dentro das relações pessoais.

Visto esse cenário tão impessoal que vivemos, não é incoerente que agente se incomode tanto em falar com máquinas? Quem não odeia falar com os atendentes virtuais seja por telefone ou via chat? Ou odeia enviar um e-mail questionando alguma compra, quando na verdade gostaria de explicar tudo a uma pessoa?

A realidade é que vivemos numa sociedade imediatista, onde o problema tem que ser tratado na hora, onde as pessoas desejam falar, desejam se mostrar, desejam explicar e ter a devida atenção. E isso nos remete a uma carência… Uma carência de ideias e atenção por conta das marcas conosco.

Quando se busca uma informação, acredita-se mais no site da marca ou na opinião confiável de uma pessoa? Pessoas gerando conteúdo, pessoas falando com pessoas; como podemos observar isso em blogs, fóruns, redes sociais. E o caminho é esse… pessoas querem ouvir pessoas e não máquinas.

Pegando um lugancho nessa realidade, algumas marcas optaram pela sua personalização: Por exemplo vemos o case de sucesso do Magazine Luiza; ele criou o a blog da Lu. A Lu é uma personagem que traz as principais notícias linkadas com os produtos a venda.

Em momento nenhum no blog temos vendas de produtos, mas sim bastante conteúdo sobre diversos assuntos. Isso gera uma propaganda indireta;  já que automaticamente de alguma forma os posts estarão ligados a alguns produtos vendidos pela rede.

O blog é bem interessante e a Lu uma personagem bem adequada ao publico alvo da rede. Uma mulher aparentando seus 40 anos, moderna mas sem um estilo exótico.

E essa personalização é positiva? Esse é o caminho para lidar com o consumidor? Criar uma pessoa pois o consumidor busca lidar com uma pessoa é uma estratégia válida?

Até a próxima!!

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