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chaves

O que eu aprendi com Chaves e Chapolin?

chaves e chapolinComecei assistir nos anos 80. Ainda criança, Chespirito me ensinou várias coisas. A mais importante e também a mais difícil delas é que as pessoas boas devem amar seus inimigos. Confesso que essa eu ainda não aprendi.

Descobri que todo animal come com o rabo, que o sanduíche de presunto é a melhor comida, que o melhor suco é o de limão que parece abacaxi e tem gosto de tamarindo.

Conheci o churros da Dona Florinda e quando eu ia jogar bola, queria ser o Rivelino ou o Luis Pereira. Mas o melhor mesmo era assistir o filme do Pelé.

Não contavam com minha astúcia para jogar a bola quadrada do Quico (zaz zaz zaz…), mas infelizmente o Professor Linguiça não deu a ele.

Sempre sonhei em visitar Acapulco (isso isso isso…) onde gostaria de reunir minha vizinhança numa fogueira na praia, caçar lagartixas, aprender tocar violão e lutar boxe, mas ninguém teve paciência comigo.

Sigam-me os bons, pois meus movimentos são friamente calculados. E agora? Quem poderá te defender? Eu, mas não se aproveite da minha nobreza.

Quando eu via um atropelamento, me perguntava se era o gato (massacote) ou o Quico? Calma, calma, não criemos pânico. Suspeitei desde o princípio de que é melhor morrer do que perder a vida. Chespirito se foi, mas foi sem querer querendo.

Pipipipipipipi…

#RIPChespirito

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Thiago Acioli

Publicitário, Pós-graduado em Marketing Estratégico e criador do Publicitários Social Club.