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Arena Kyocera

O futebol brasileiro e os naming rights das novas arenas!

O futebol brasileiro está próximo de dar um passo importante na tão esperada (e demorada) gestão profissional do esporte. Espera-se que com a Copa do Mundo e as Arenas prontas, os clubes terão que de uma hora pra outra arrumar a casa e deixar o amadorismo de lado (apesar de que a era amadora tenha, teoricamente, terminado la nas décadas de 30/40).

Uma das medidas que nunca deu certo aqui no Brasil é essa que automaticamente terá que ser aceita: os NAMING RIGHTS. O Atlético-PR tentou vender o nome de seu estádio à Kyocera, mas nunca vingou. A torcida continuava chamando de “Arena da Baixada” e a imprensa não fez questão nenhuma de ajudar a reforçar o novo nome do estádio. Essa atitude da imprensa sempre foi o principal vilão na história dos naming rights por aqui.

Todos sabemos que o futebol brasileiro está na mão de uma grande empresa de TV que não cita nenhuma marca que não seja dos seus patrocinadores. A batalha contra os “intrusos” é tanta que já se viu muitas vezes coletivas de imprensa onde as câmeras focavam o rosto do treinador e não tinha jeito de ver o “backdrop” com os patrocinadores. O que os clubes passaram a fazer foi colocar no microfone, no boné e em qualquer ponto onde não seria possível evitar, algumas marcas.

Não sei como vai ser no futuro próximo. Dizem que o novo contrato da Globo com os clubes tinha essa questão de que a emissora seria mais flexível. Acompanhando o que falam sobre a Arena do Grêmio (meu clube do coração), já li de que inevitavelmente a empresa que compra os direitos tenha que ser parceira da Globo para eles usarem o nome nas transmissões. Não tenho como dizer qual é o certo, só esperar e ver o que acontece.

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Um comentário em “O futebol brasileiro e os naming rights das novas arenas!

  1. A Globo é ridícula nesse aspecto. Só como exemplo: na Fórmula 1 a equipe Red Bull de Sebastian Vettel e Mark Webber, conhecida no mundo todo por este nome e não outro mais, era chamada todas as vezes por RBR. Uma sigla inventada e colocada a bel prazer para que a emissora não fizesse uma “propaganda gratuita” da empresa de energéticos. No final das contas, hoje vez por outra se ouve Galvão Bueno dizendo Red Bull ao invés do ridículo RBR.
    Já dá pra perceber que não seria diferente com qualquer outro meio em que ela esteja.

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