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Marketing viral, só para maiores

Entretenimento gratuito e ligado ao universo de sua marca que encoraja passar adiante o seu conteúdo é o que leva o título de viral, que assim como o vírus, pode multiplicar-se exponencialmente em um ambiente.
Espontâneo ou ativo, existem diversos cases de virais, alguns criados por agências e outros por internautas comuns. Quando desenhado, é uma das estratégias mais difíceis de virar. Um viral pode ser apropriado por marcas, como o case do banco Itaú, que mostrava um bebê ficando rindo ao rasgar um papel, na campanha pelo fim dos extratos mensais impressos, até virais criados, como o do Pôneis Malditos da Nissan, que trabalhou o nonsense e a divulgação online para gerar um grande compartilhamento orgânico.

 

 

A Anfíbia, agência especializada em marketing digital divide algumas dicas pra quem planeja apostar na ideia:

  • Entenda a diferença entre marketing viral e vídeo viral. O primeiro, une técnicas de marketing que facilitam a “epidemia” da mensagem, patrocinada por uma marca. O segundo, não tem intenção de fazer propaganda, feito por um internauta comum e ganha atenção de forma espontânea;
  • Geralmente, a publicidade viral atinge seu potencial com ideias que são radicalmente diferente das típicas propagandas. Quebram paradigmas e criam conceitos próprios através do humor, do choque, da polêmica, do inesperado, da emoção;
  • A tática de marketing viral pode ajudar a construir uma base de público nas mídias sociais mas não é a melhor forma de ter retorno financeiro direto. Se não há verba para ação, planejamento e muita pesquisa preliminar do público alvo, é melhor deixar a tática pra gente grande;
  • O marketing vai além de criar campanhas com foco em atingir a maior quantidade de pessoas possível. A melhor estratégia atende cada público-alvo;
  • Um viral pode tornar-se negativo, especialmente se o posicionamento da marca que não está alinhada à realidade. Mesmo uma ótima ideia na teoria, pode se tornar uma furada na prática;
  • A agência deve sempre monitorar de perto os resultados da campanha, e todas as interações que acontecem. Se surgir uma crise, deve se posicionar absorvendo a resposta do público, e alterando a comunicação;
  • Campanha boa é aquela que gera identificação e se distancia da venda explícita. Ou aquela que provoca uma emoção, uma gargalhada, uma surpresa. Que estimule os usuários a compartilhar espontaneamente, e que eles se sintam “cool” fazendo isso;
  • Investimento: vale a pena pagar por anúncios no Google, Facebook e outras mídias, pois geram buzz e têm alta taxa de conversão, como anúncios em vídeos no Youtube;
  • Tenha um plano reserva caso o viral não dê certo, uma boa campanha não se resume apenas a um viral.

Fonte:

Geraldo Machado, sócio fundador da agência Anfíbia

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Fernanda Landim

Formada em Publicidade e Propaganda, nerd e apaixonada pelo Canadá. Durante algum tempo estive perdida sobre que área da Publicidade deveria focar. Decidi explorar um pouco de cada.