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Marcas e mascotes: ame ou odeie!

A importância dos mascotes na publicidade é frequentemente tema de discussão. Há quem ame e quem odeie – o fato é que eles são memoráveis!

Como esquecer da esponja animada de Assolan que dançava? Do boneco da Michelin que há tanto tempo representa a marca? Do frango da Sadia, do tigre da Kellogg’s, do bocão da gelatina Royal… e do polêmico Dollynho?!

Os mascotes não são só utilizados para dar vida ao produto e tornar a marca mais atraente aos consumidores. O papel do mascote vai além disso: ele dá cara à marca e cria um laço emocional com os clientes que vai além da imagem.

As marcas mais populares os utilizam com frequência – desde a barraquinha com o logo de um cachorro quente animado até as grandes empresas varejistas. Empresas mais sofisticadas evitam utilizá-los porque têm receio de tornar a identidade da marca mais popular (algumas até fazem questão de evitar essa aproximação com o público).

Tenho acompanhado a mascote da Magazine Luiza, a Lu, que apresenta produtos no site, está sempre disposta a ajudar e, como a Netflix, interage e cativa os clientes. O problema para a marca é que as pessoas não perdoam nem sempre as pessoas interagem de forma positiva:

mascotes

Por outro lado, assim como aconteceu com os ursinhos de pelúcia fofos da Parmalat, muitas pessoas se apegam e querem levar o mascote para dentro de casa. A Sadia aproveitou o embalo dos jogos olímpicos e criou uma promoção nesse sentido, olha só:

Alguns personagens são tão particulares que geram mais repercussão do que a marca em si, como é o caso do Dollynho, que tem inclusive várias páginas nas redes sociais dedicadas a ele criando campanhas fictícias. Outros muitas vezes geram reclamações e são julgados pelo Conar.

Com o crescente uso e soberania das redes sociais, o contato estreito com clientes e possíveis compradores permite às empresas criar uma relação afetiva que leva inclusive ao que chamamos “embaixadores das marcas”, pessoas apaixonadas que defendem e divulgam uma empresa por admiração. Porém, as empresas precisam ter um bom gerenciamento de crises pois situações desagradáveis podem acontecer e para elas também é preciso estar preparado.

E você? O pensa sobre o uso de mascotes na publicidade?

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