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marcas da zoeira

Marcas da zoeira: oportunidade e polêmica

Estamos vivendo uma Era onde as marcas precisam falar diretamente com o público para que haja um engajamento real… Mas, espera aí: precisam mesmo? As empresas devem manter a sua postura ou mudar completamente só para atingir mais pessoas, mesmo que estas pessoas não sejam o seu público-alvo?

Queridos leitores, há alguns meses esse tema vem gerando discussões na “rede mundial de computadores”, seja em grupos no Facebook, Whatsapp ou em discussões cara-a-cara entre profissionais da área. Acredito que as polêmicas ganharam força quando o publicitário Eden Wiedemann decidiu expor a sua opinião sobre o assunto. Postando nos seus perfis pessoais (Twitter e Facebook) e também na plataforma Medium, com textos mais longos, ilustrados e melhor elaborados.

Quando as marcas acertam na zoeira

Se o seu público-alvo é composto por crianças e adolescentes, que estão por dentro de tudo o que acontece no “seu universo” e são fiéis ao seu produto/serviço, uma comunicação repleta de imagens, piadas e memes pode ser uma boa pedida! Estou me referindo à Cartoon Network BR. A equipe vem fazendo um ótimo trabalho tanto no Facebook quanto no Twitter.

 

E não é para menos! Graças à variedade de desenhos animados e novos personagens, é possível criar situações envolvendo alguns deles. Como, por exemplo, a Princesa Caroço no “Dia do Amigo” (20 de Julho). Ou melhor, “Dia das migas”.

marcas da zueira: cartoon network BR

Mais alguém aí leu imaginando, mentalmente, as vozes dos personagens?

Creio que não preciso mais citar o Pinguim do Ponto Frio como exemplo de Social Media, né? Então vamos para o próximo tópico:

Qual é o seu público-alvo mesmo?

A polêmica da vez, também apontada pelo Eden, foi a fanpage do Cemitério Jardim da Ressurreição, que já vem postando memes e zoeiras há algum tempo; e nada relacionado ao seu principal serviço. Basta dar uma passeada pelas publicações para ver que mais parece uma fanpage fictícia, de meme. O público impactado certamente não está interessado em “reservar um espacinho no cemitério”. Está interessado em “mais um Chapolin Sincero” (nada contra esta, só foi o primeiro exemplo que me veio à cabeça).

Deixem o humor pra marcas cuja persona possa ser bem humorada, entendam que não existe fórmula a ser copiada, respeite a personalidade da marca e, por favor, deixem os memes pros consumidores. (Eden Wiedemann)

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Fernanda Landim

Formada em Publicidade e Propaganda, nerd e apaixonada pelo Canadá. Durante algum tempo estive perdida sobre que área da Publicidade deveria focar. Decidi explorar um pouco de cada.