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Grandes marcas que já estiveram à beira da falência

Você imagina o mundo de hoje sem as redefinições que nasceram da Apple? Ou sem o entretenimento que a Nintendo proporciona há décadas? Talvez, sendo menos agressivo no meu questionamento: você consegue imaginar caminhar nas ruas sem ver sequer uma pessoa calçando um Converse ou dirigindo um Chevrolet?

É difícil de pensar nessa realidade, mas acredite: ela poderia ter existido. Ou pelo menos em algumas partes. O site britânico Wholesale Clearance publicou na última quarta-feira, em seu blog, um infográfico completo intitulado “Brands back from the Brink” (algo como “Marcas que voltaram do limiar”, em tradução livre). Ele conta a história da quase falência de marcas cujo fracasso hoje é quase inconcebível. Quase, já que, como o próprio site aponta, um único passo em falso ou uma única aposta na campanha errada pode trazer a falência até para as maiores marcas.

 

Veja:

infográfico marcas

Algumas informações curiosas do infográfico:

Apple

Em 1997 a Apple esteve à beira da falência. Tal fato trouxe Steve Jobs de volta à empresa depois de sua saída forçada em 1985. Jobs mudou o foco da Apple de computadores para dispositivos mobile o que a trouxe de volta ao topo das marcas mais valiosas do planeta.

Polaroid

O infográfico trata do período em que a Polaroid encerrou sua produção e entrou em falência, em 2007. Revivendo o espírito do seu auge de mercado (décadas de 70 e 80), a marca foi reavivada em 2010, quando tornou-se mania nas mãos de hispters que distribuem selfies feitas com Polaroids ate hoje.

Nintendo

Quem com mais de 25 anos não se lembra do potencial da Nintendo nos anos 90? E quem com mais de 15 não se lembra de como a empresa simplesmente virou lenda no mercado com o surgimento do Playstation e do X-Box? O site relembra o lançamento do N64 como marco do retorno da Nintendo ao jogo, seguido de consoles como o DS e o Wii, que deram novo gás à empresa.

General Motors

A crise mundial de 2008 foi implacável para a General Motors. A montadora pediu concordata nos Estados Unidos em Junho de 2009. Em 40 dias (tempo recorde), a empresa saiu da concordata graças a um acordo com o governo americano que tornou-se acionista da gigante fabricante.

Converse

Antes de vestir os pés de jovens mundo afora, a Converse foi líder nos calçados para atletas até os anos 70. A empresa perdeu mercado para a Nike e a Adidas que começaram a ganhar espaço, chegando a pedir falência em 2001. Apenas tornou a competir quando foi comprada pela Nike, em 2003, e teve seu foco estratégico alterado do esporte para o estilo.

O infográfico lembra ainda que empresas como Lego, Mini, Marvel e Burberry quase enfrentaram o duro destino da falência antes de se reinventarem.

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Ricardo Fernandes

Profissional freelancer de conteúdo e RP. Formado em publicidade, pós graduado em marketing e comunicação integrada. Publicitário, marketeiro e escorpiano. São Paulo/SP