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E onde estão os jingles?

Acabei de ver na Exame uma postagem do ano passado sobre 8 jingles inesquecíveis da propaganda brasileira e percebi que eu não sei hoje quase nenhum jingle. O último que eu me lembro, e nem lembro tão bem da letra, é o dos “Pôneis Malditos”. Mesmo assim eu só lembro mesmo a parte dos “Pôneis malditos, pôneis malditos, lalalalalalá”, o resto só a melodia.

Ano passado eu fiz um post com o título “Porque alguns jingles se tornam clássicos para nós?” e já naquela época eu afirmei não me lembrar de nenhum feito recentemente. No post eu considerei que jingles se tornam clássicos buscando explicação nas neurociências onde a partir da audição podemos gerar emoções profundas e nostálgicas e por isso lembro daqueles que fizeram parte da minha infância e adolescência. Talvez isso seja verdade, mas agora pensei: as marcas ainda costumam se comunicar com o mercado dessa forma?

Sinceramente, eu não consigo me lembrar de nenhuma propaganda recente com algum jingle marcante. Certo que por estarmos em época de eleição vão começar a surgir os dos candidatos, mas mesmo assim o único que eu já tomei conhecimento foi o de um vereador que faz versões das músicas de desenhos como Dragon Ball Z. Então, os jingles não são mais vistos como uma boa maneira de comunicar? As marcas não querem mais? As agências não querem mais? Onde estão eles? E se ainda estão por aí, fica a última questão: será que realmente o impacto deles só é efetivo em um contexto da vida das pessoas onde as emoções estão mais “à flor da pele”, digamos assim?

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