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Análise de sentimento de uma Analista de Mídias Sociais

Publicidade: O negócio da alma. Eu sempre soube!
Nunca me vi cheia de dúvidas em relação à qual profissão seguir. Acho que publicidade sempre fez parte dos meus planos, se tornando mais do que um desejo incontido, mas sim uma meta a ser alcançada, e logo! Quando chegou a hora, eu transbordei de alegria, pois finalmente iria poder viver no universo que até então apenas admirava. Fiz minha matrícula e WOW, enfim me tornei estudante do curso que eu tanto queria.
As primeiras cadeiras foram fundamentais, apesar de não terem nada de específicas e serem mais amplas em relação ao curso de comunicação como um todo, mas se não batesse de primeira, era porque eu tinha feito a escolha errada. Porém, não foi o que aconteceu. A cada aula, me vi mais apaixonada e mais certa de que eu estava trilhando um caminho que me faria feliz como profissional, lá na frente.
O que eu não sabia ainda era que esse “lá na frente” não estava tão longe assim. A área que iria me envolver de fato ainda me seria apresentada pelo destino, e em grande estilo: através de Martha Gabriel. Mas não demorou muito para acontecer. O Mercado No Ar lançou um concurso cultural valendo uma inscrição no curso Estratégias de Marketing Digital, ministrado pela diva, e eu, sem muita pretensão, participei, e… Ganhei, haha.
Desde então o marketing digital não saiu da minha cabeça e eu prometi para mim mesma: vou conseguir um estágio na área. Na verdade, eu ainda não tinha conseguido um estágio em qualquer área que fosse, mas fixei o objetivo na mente e corri atrás! Depois do primeiro estágio como editora de imagens e 4 períodos, estava ali, na minha frente, a oportunidade de começar, e eu? Comecei!
Finalmente pude colocar em prática toda a teoria que me fascinava, e entender o porquê de Martha ter dito que uma nova moeda movimentava as relações: o capital social. Pois bem! Me tornei estagiária Analista de Mídias Sociais de uma agência interativa e hoje posso dizer que valeu a pena ter tido paciência para receber os “nãos” e para esperar o “sim” também.
Sou iniciante, mas acho válido passar para vocês que pretendem seguir a mesma área e ainda não encontraram, no mercado, a chance de mostrar a que vieram, a importância de correr atrás, de persistir, e nunca desistir, pois vale a pena. Mais do que a satisfação de fazer o que se gosta, a sensação de ter conquistado um espaço por mérito próprio, é demais.
Somos mais do que pessoas dominando uma ferramenta de monitoramento. Somos profissionais responsáveis pela análise de sentimento daqueles que fazem diferença para a marca. Somos delegados à classificar emoções, em meio às nuances da linguagem humana, marcada por fatores culturais e sujeita a variações do humor.
Entregamos não só dados que são capazes de medir o alcance de uma publicação, mas a opinião de quem realmente importa, e o erro, nesse caso, é inadmissível, pois seria como colocar palavras na boca de outra pessoa. Somos o que amamos ser. Nos envolvemos com o que fazemos e fazemos com gosto, porque é o que queremos. Hoje eu posso dizer: Também sou Analista de Mídias Sociais e sim, amo!

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