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10 tendências na ligação entre o marketing e a tecnologia

tendênciasNo meio de um modelo de conversão profunda, com a crise nos meios de comunicação tradicionais e nas formas clássicas de colocar o relacionamento com a sociedade, as tendência do marketing é servir a tecnologia para aproximar o consumidor a mudar. E isso já está acontecendo.

Em um ambiente saturado de publicidade e cansado do tradicional, o consumidor exige comportamentos diferentes de marcas. O marketing junto com a tecnologia está testando novos caminhos para não ficar desconectado de uma sociedade que assume mudanças de forma rápida e evolutiva.

Separei abaixo 10 tendências que ligam o marketing à tecnologia:

1. Internet das coisas

A aplicabilidade da conexão de internet para objetos do cotidiano já está abrindo novos caminhos para atingir o alvo em seu espaço íntimo. A comercialização se aproveita destas novas oportunidades para explorar a localização das marcas próximas e tiram uma vantagem palpável para a lealdade e tecnologia, gerando uma imagem positiva, olhando para se tornar marcas úteis e inovadoras com o objetivo final de melhorar a qualidade de vida de seus consumidores.

2. Big Data

A quantidade e a qualidade dos dados fornecidos pelos usuários depois de anos de atividade digital e como observá-los é estendida para gerar conclusões mais aplicáveis. O marketing deve caminhar no sentido da simplificação, na obtenção e no processamento dos dados, permitindo tomar decisões rápidas em qualquer ponto de contato com o consumidor com base em sua experiência, interesses ou problemas. As principais ferramentas analíticas estão evoluindo em direção a setores específicos, sendo mais acessível e completa.

3. Marketing on-the -go

Com mais de 60% de penetração de smartphones nos países desenvolvidos, os consumidores já estão acostumados com a marca em relação à mobilidade. Isto implica em uma oportunidade crescente de que os comerciantes estão respondendo com tentativas de segmentação localizada para ter a capacidade de interagir no espaço físico com as marcas, promovendo a expansão da opinião dos consumidores.

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4. Celular

Aumentou o acesso à Internet a partir de dispositivos móveis, envolvendo necessidades das marcas: em primeiro lugar, é um fator-chave ter a capacidade de resposta e adaptação a diferentes sites de mídia; Além disso, os usuários são experiências baseadas em aplicativos nativos, que também é uma oportunidade para construir marcas que fornecem soluções para os problemas de seus consumidores mais próximos e exigentes.

5. Negócio social

O formato em si é a condução de negócios, além de tecnologia, formas de trabalho hiper-localizada. A existência e o aumento de plataformas de software e aplicativos permitem que esses formatos profissionais empurrem certas estruturas organizacionais, mudando de um sistema hierárquico para sistemas colaborativos.

6. Social TV

O “público social” é um termo já introduzido nas casas de países desenvolvidos. Aqui no Brasil já podemos ver e acompanhar esse tipo de comportamento. Assistir a TV e ir para a “segunda tela” para discutir o que você está vendo com os outros (especialmente no horário nobre) é uma realidade que envolve uma forma diferente de configurar os spots de TV e publicidade em si que realizam marcas.

7. Ganho + mídia paga + propriedade

Em linha com a ascensão das mídias sociais (comentários e recomendações), mas que vem a partir da base do marketing (boca a boca), a distribuição de cenários estruturados onde a marca também traz abordagens atua como cortesia. A sintonia com o consumidor dá credibilidade às opiniões de outros consumidores acima do que as marcas dizem. É necessário que tenhamos uma distribuição de esforços para defender a presença efetiva e ter metas em cada uma das três facetas onde a nossa marca se comunica.

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8. Neuromarketing

Compreender as emoções e ativações cerebrais no processo de compra do consumidor sobre um prisma científico é um caminho a pé e que leva décadas. Cada vez mais, as possibilidades metodológicas são menos invasivas e tendem levar a resultados mais completos e profundos, o que representa novas formas que podem usar insumos subliminares dos consumidores para melhor se conectar com eles. A estrada também é repleta de conotações éticas, o que limita o campo de estudo e orientação, mas definitivamente foi o fio do poder da revolução digital.

9. Gamification

O uso de pensar numa mecânica de jogo em contextos não-jogo, de modo que as pessoas adotem um determinado comportamento, é uma oportunidade de marketing e vem crescendo com uma estimativa de 5.500 bilhões até 2018 (fonte: M2 Research). Sua fundação e comercialização é baseada nos estudos que afirmam que a introdução da dinâmica do jogo todos os dias leva os consumidores a fazerem mais e mais por uma recompensa emocional.

10. Erro e acerto

As possibilidades de crescimento das marcas no caminho tecnológico lidera ao lado dos muito jovens dessas ações digitais. Há uma redefinição do “erro” entre os termos de “sucesso“. A mídia que não tiver história suficiente para ter conclusões de prever o que pode dar errado, pode ser dar muito mal. A comercialização enfrenta a necessidade de avançar para caminhos que podem ou não trabalhar. E é aí que está o sentido da evolução que estamos vivenciando, onde a nova tecnologia relacionada com apostas de jogo de marketing em uma linha fina entre o fracasso e o sucesso.

A estrada é longa, alguns mais novos do que os outros, para ser capacitar e habilitar marcas para experimentar novas formas de relacionamento com o consumidor que já requer outros comportamentos. Tente, errar faz parte do processo, mas nunca desistir é ter certeza que o fracasso não te alcançará.

(Inspiração: Puro Marketing)

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Thiago Acioli

Publicitário, Pós-graduado em Marketing Estratégico e criador do Publicitários Social Club.